Sou filha de uma mulher incrível a qual me orgulho muito.

Minha mãe, na época em que engravidou e gerava a minha vida, foi dada pela sociedade como “mãe solteira

Um rótulo dado pela sociedade nos anos 80, assim era chamada a mulher que era solteira e tinha filhos. E não quer dizer que o meu pai não existia, porém não houve o vinculo matrimonial. Eles viveram apenas o ciclo do namoro e romperam após um tempo de gestação. Bem, mas porque estou falando sobre isso para você?

Sou filha sim de uma mulher incrível que pode me criar, me educar, me dar todo o amor e me ensinar a ser esta mulher íntegra e comprometida que sou. Mas me volta a memória algumas coisas cruéis que ouvia na minha fase da adolescência. Infelizmente, de algumas pessoas que falavam:

“Essa aí vai ser igual a mãe. Vai engravidar logo!”

Eu sou e sempre fui uma mulher *que* respeita e admira a mãe que eu tenho e como é precioso honrar as nossas raízes e valorizar àqueles que geraram a nossa vida.

Toda terça eu conto um pouco sobre mim! E aí, você tem valorizado a sua ancestralidade?

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Poliana Luisa | CRP 04/29899
Especialista em Amadurecimento Feminino
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